Para times que pagam serviços, não pessoas
O cartão corporativo tradicional foi desenhado pra cobrir despesa de viagem de funcionário. O HubCard cobre o problema oposto: despesa recorrente com fornecedor. Cada SaaS, cada fornecedor de mídia paga, cada provedor de cloud ou API de IA ganha o seu cartão corporativo dedicado.
Quando o cartão é um objeto programável com ciclo de vida via API, três efeitos aparecem juntos: auditoria fica implícita no esquema, fraude vira problema isolado e fechamento contábil acelera ordens de grandeza. Em casos reais como o da Plúria, fechamento passou de 5–7 dias para 4 horas.
Como funciona na prática
Você cria a sua organização no HubCard, define centros de custo e MCCs default por categoria, e começa a emitir. Pelo painel ou pela API REST — funciona igual.
curl -X POST https://api.hubcard.one/v2/cards \
-H "Authorization: Bearer sk_live_••••" \
-H "Idempotency-Key: emit_google_ads_2026_05" \
-d '{
"supplier": "google-ads",
"limit_cents": 80000_00,
"currency": "BRL",
"mcc_allow": [7311]
}'Para quem é
- SaaS B2B com 20+ fornecedores recorrentes (Stripe fees, OpenAI, AWS, ferramentas de produtividade).
- Times de growth/marketing que rodam múltiplas contas de ads (Google, Meta, TikTok, LinkedIn).
- Equipes de engenharia que provisionam infra paga via agentes de IA ou pipelines automáticos.
- Operações financeiras que querem migrar do cartão master único para topologia dedicada — veja o playbook completo.
O que vem junto
Cada cartão corporativo virtual emitido pelo HubCard carrega: limite por ciclo (mensal ou semanal), MCC allow-list, country allow-list, currency lock, e janela de validade. Webhooks tipados para cada autorização, captura, recusa e disputa. Audit log nativo. Exportação CSV/JSON. SDKs em TypeScript, Python, Go e Ruby. MCP server para agentes Claude/GPT.
Se você opera com cartão master único hoje, leia também por que cancelar um cartão deveria ser um POST.